Sonhos de Menina

21 de dezembro de 2011




 Até hoje me lembro de meus sonhos bobos de menina
Um deles era o de ter um anjo pequenino
Uma linda bonequinha com quem eu pudesse brincar
E a saudade da minha infância perdida matar

Todos os meus sonhos morreram aos poucos
Sumiram juntamente com as cinzas de uma paixão que parecia inacabada
Então você surgiu e junto contigo retornaram os meus sonhos


Poema que ganhei do meu namorado

22 de outubro de 2011


Te mostrarei sempre
Como o seu amor me faz bem
Demonstrando com eterno carinho
Que tu és um pedaço de mim...

Viver sem ti
Já não posso mais...
Respiro você, ando você, corro você
Tu não sai do meu pensamento

Você é a razão da minha vida
Te quero
Tu já me possuis por inteiro
Meu coração pede por tua presença
E não suporto mais tua ausência.



Esse poema foi feito pelo meu namorado Romário.

Uma parte de mim

17 de outubro de 2011

Uma parte de mim é desejo paixão.
Vontade de me entregar aos seus beijos, entranha falta de razão.
A minha outra parte suplica pelo fim de um sonho lindo que mais parece ilusão.

Aquela Noite

11 de setembro de 2011


 Aquela noite foi muito bela, eu nunca mais a esqueci.
Lembro-me de você afagando minhas mãos
Beijando meus lábios,
Abraçando meu corpo,
Sussurrando em meu ouvido doces palavras de amor,
Enchendo-me de carícias.

Ah! Como foi bela aquela noite.
Eu e você iluminados pela luz da lua até o enamorar.

Teus lábios


Noite fria, teus lábios vieram
E com os meus se encontraram
Foi nos meus braços que a prendi
Com você ao meu lado adormeci

De repente um leve beijo
E na tua boca um doce mel
Por meio do amor senti o ensejo
Teu calor, teu corpo afável

Com as minhas mãos a toquei
Senti o amor e me apaixonei
Junto a um delicioso beijo

Tanta paixão a deixou louca
Sua voz ressoou um tanto rouca
Preenchendo-me de desejo

Paixão Arrebatadora

6 de setembro de 2011


Meus miolos deram um nó
Não paro de pensar em ti
Fecho os olhos, mas sua imagem me persegue
As músicas que me fazem pensar em ti me atormentam
O desejo de ti beijar me consome

Quando penso em ti
Meus pés flutuam
Minhas mãos trêmulas começam a suar
Sinto seu calor, mesmo que não esteja ao meu lado

Uma saudade de momentos que não vivemos me apedreja a alma
Sufoco por dentro
Uma dor inexplicável me atinge o coração
O que sinto é a mais pura e arrebatadora paixão!

Triste fim de um amor



O amor quando chega é arrebatador
Nos faz suar, nos faz tremer
Só pensamos em dele viver
E por ele morrer.

Ele dói quando não é correspondido
Mas a dor se torna prazerosa
Quando se vive de esperança.

Quando é correspondido
Parecemos estar flutuando sobre nuvens
Ouvimos o cântico dos anjos do Senhor
O perfume da pele da pessoa amada é suave como uma brisa
Seu beijo nos faz tremer e trepidar

Mas chega a hora em que as máscaras caem
A música, que outrora soava como uma canção de ninar, se torna estridente
A pele se torna áspera e o beijo sem sabor

Caem as cortinas...
É o fim...
Triste fim de um amor.

Carta a um amigo: Intenções

31 de agosto de 2011


Respeito o teu silêncio. Compreendo o teu desejo de manter as coisas como estão, mas toda vez que ouço tua voz penso numa forma de te convencer do contrário.
O meu coração estremece quando penso em ti. Jamais conseguirei te explicar em palavras o que sinto por você, só consigo te dizer, por hora, que é forte, intenso e saudável.
Meu carinho por ti e tão grande e em função disso te digo que não pretendo te magoar. Sei que o nosso tempo já passou, nossas vidas são duas e não uma como planejamos outrora. Não quero te magoar.
Apenas quero ter a chance de viver isso que sinto, de sentir o sabor de teu beijo, o calor de teu corpo, o afago de tuas mãos.
Relembrar planos e metas que traçamos para nossas vidas me faz ter cada vez mais certeza de que, por alguma razão, Deus fez nossos caminhos se cruzarem novamente. Nada na vida acontece por acaso.
Intenções? Tenho muitas. Algumas boas e outras melhores ainda.
Ontem, como hoje e sempre, pensei em ti. Ou melhor, em nós. É tudo o que tenho feito ultimamente: pensar, sonhar, planejar, amar, sentir, mesmo que tudo não passe de intenções.

À tua espera



Entro no meu quarto, fecho os meus olhos, sua imagem habita minha mente.
 Sinto o cheiro de tua pele, de teu perfume.
O que me tortura é o sabor de um beijo que nunca recebi.
Tudo volta á tona.
Passado, presente e futuro se encontram.
Como é possível sentir nostalgia, saudades de momentos que nunca vivi?
Vontade de se entregar aos desejos e correr para teus braços.
Continuo à tua espera.

Coração em pedaços

8 de agosto de 2011

Coração apertado
Estigmatizado
Marcado.

Marcas de medo, de dor,
de raiva, de ódio, de rancor,
de amor.

Mas superarei.
Destruirei todas as pedras que encontrar em meu caminho
Subirei cada degrau, até chegar ao pódio da Vitória.



Meu dia na praia

24 de julho de 2011


Não gostava de ir à praia, pois a mamãe nunca me deixava entrar na água. E a única coisa que me era permitida era brincar de construir castelos de areia.
Nas ultimas férias papai me levou para uma praia diferente, onde podia construir um castelo de areia bem maior. Foi nessa praia que conheci meu amiguinho Nonô, não sei se o nome dele era esse, mas chamei-o assim porque ele andava na mesma velocidade que meu avô Norberto.
Sempre quis ter um bichinho pra brincar e conversar porque a Bia, minha irmãzinha, não falava e nem brincava. O Nonô era muito legal, eu o colocava perto de mim e lá mesmo ele ficava. Eu só achava esquisito ele esconder sua cabeça.
Só fiquei triste na hora de ir embora que eu queria levar o Nonô pra casa, mas papai e mamãe disseram que não podia, pois o Nonô era uma tartaruga e as tartarugas são protegidas pelo Projeto Tamar. Papai até me prometeu comprar um jabuti, que é um animal que parece uma tartaruga, mas eu disse que não queria. Só queria poder voltar àquela praia pra brincar de novo com o Nonô.

Pintinho, meu mais novo irmãozinho


Brincando no quintal
Com meu carrinho legal,
Escutei um piadinho
E corri bem rapidinho
Quando cheguei perto
Levei um susto pra ficar bem esperto
Era um pintinho
Bem amarelinho
Fui logo brincando com ele
E o chamei de Lêle
Era o meu novo irmãozinho
Para brincar de aviãozinho.

Dúvidas Existenciais



Por que será que as coisas nem sempre dão certo?
Por que será que nada sai do jeito que sonhamos, que queremos e que desejamos?
A vida às vezes, na maioria delas, é engraçada.
Por que será que se dá o nome de vida se morreremos?
A vida, na verdade, deveria ser chamada de cilada, pois é isso o que ela se tornou. Tudo o que fazemos se tornará um passo para cairmos no abismo.
Todos os nossos atos na verdade são erros, passos a frente de um buraco sem fundo, frio e escuro que se encontra a nossa frente, o futuro incerto.
Como diz a música Fácil de Jota Quest, “Um dia feliz às vezes é muito raro...”. São poucos os meus dias felizes.
Para que vivemos? Para onde vamos depois de morrermos?
Penso que não morremos, pois para que viver, evoluir, crescer, ter filhos, progredir na vida se perderemos tudo quando nosso coração parar de bater e nosso cérebro parar de funcionar.
Será que existe ou existirá algum ser ou coisa que possa nos dizer o que será de nós daqui a alguns anos, depois de nosso velório?

Tudo parece fora de alcance



Hoje pareço minúscula, insignificante.
Por que será que tudo o que queremos, tudo o que desejamos é e sempre foi difícil de ser alcançado?
Por que o mundo está todo errado? Ou será que não é o mundo que está errado, e sim as pessoas que nele habitam?
Será que penso ou sinto que o mundo está errado quando na verdade sou eu a errada na história?
Será que me tornei essa pessoa terrível que todos afirmam?
Será que me tornei esse monstro, essa fera que todos temem?
Eu só quero respostas.
Às vezes penso que já sei todas as respostas.
Todos pensam que sou normal, que sou santa, que sou um anjo, mas não sou nada disso.
Não sou corajosa, tenho meus medos, meus temores.
Temo perder tudo o que mais amo, meus amigos, minha paixão e meu amor.
Temo estar errada, enganada quando penso o que penso, quando afirmo o que afirmo.
Temo o meu passado e o meu presente, e temo ainda mais o meu futuro, o meu futuro incerto.
Temo temer tudo aquilo que temo.
Morro de medo de morrer antes de matar todos os meus desejos todos os meus sonhos.
Afinal de contas, o que será de mim no amanhã?
Será que existe um ser que possa me dizer isto?
Essa é mais uma das perguntas as quais eu não sei a resposta, pois não sei nem o que será de mim hoje.
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